O CHEF MÁRIO regista quase meio milhão de visualizações... Obrigado e bom apetite!...

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Ovos mexidos com legumes, ervas aromáticas e salsicha


Ovos mexidos com legumes, ervas aromáticas e salsicha é um prato que deve ser consumido todo o ano. Só traz vantagens e no verão é uma refeição que refresca.

Ingredientes:

3 ovos caseiros
Salsichas a gosto
Tomate
Feijão verde
Ervilhas
Manjericão
Orégãos
Pimenta
Sal de ervas

Confeção:

Bater bem as gemas e as claras. Depois, é só acrescentar os legumes previamente cozidos e os restantes ingredientes.

Acompanhe com salada de alface.

Chef Mário 

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Sardinhas de Peniche em conserva caseira


Ingredientes:

1 kg de sardinhas

3 dentes de alho

1 cebola grande

Azeite

Vinagre de cidra

Sal grosso

Coentros

Pimenta 3 bagas

Preparação:

Limpe as sardinhas frescas, corte as cabeças e os rabos, escame, abra-as ao meio pela barriga e salgue-as qb com sal grosso. Deixe repousar pelo menos uma hora.

Pique os alhos e as cebolas, tempere com sal grosso (pouco) e coloque num tacho (barro).

Deixe refugar e acrescente as sardinhas. No final, adicione coentros picados, pimenta de 3 bagas (branca, preta e vermelha) e regue com um bom azeite E vinagre de cidra.

Acondicione e conserve no frigorífico. Poderá ficar fora do frigorífico. Os temperos são a conserva.

Nota: Tal como demonstra a imagem, poderá fazer, de igual forma, outras conservas.

terça-feira, 25 de julho de 2023

Viver no campo e poder ter o pão à porta de casa é fachinante


Nos Foros de Salvaterra, a D. Sónia está de serviço durante toda a madrugada. Distribuiu pão a mais de 200 clientes.

No giro, a Sónia, funcionária da Panificadora dos Foros de Salvaterra, tem também no seu horário de trabalho um ida a Salvaterra de Magos, Biscainho, Muge, Granho e Marinhais.

O contacto para as encomendas é feito na véspera ou na hora da distribuição. Por exemplo, na Estrada dos Amocreves, a Sónia tem alguns clientes e passa por volta das 4h30.

Pode-se pagar ao dia, à semana ou ao mês. Basta deixar um saquinho para o pão algures junto à porta...

É uma verdadeira Padeira de Alzubarrota em terras ribatejanas.

Chef Mário 

segunda-feira, 24 de julho de 2023

29 de julho: Fundação José Saramago organiza Passeio no Tejo

Recordando passeios de outras épocas em que não era permitido falar em liberdade, no dia 29 de julho a FJS organiza um passeio no Tejo, a bordo de um Varino.

Durante o percurso haverá uma conversa com Edgar Feldman e Paulo Guerra, realizador e produtor da série «Estórias do Tempo da Outra Senhora», de que faz parte um episódio sobre os Passeios no Tejo.

Inscrições através do e-mail apoio@josesaramago.org
Custo: 7 euros
Horário: 10h
Local de partida: Marina de Vila Franca de Xira

Foto DR: José Valentim Peixe

domingo, 16 de julho de 2023

PREGO NO PÃO: por que raio chamam a um pão com carne de PREGO?

— Por que raio chamam a um pão com carne de PREGO?

Um pouco de cultura popular para nos explicar isso.

O PREGO NO PÃO

Quem diria que o prego, ou bife no pão, surge em Portugal na Praia das Maçãs?

"A verdadeira história está relacionada com o nome Manuel Dias Prego, um dos primeiros habitantes da Praia das Maçãs no final do século XIX, local onde era proprietário de uma taberna. A Taberna do Prego. Ora nessa taberna Manuel Prego servia fatias de vitela fritas ou assadas em pão saboroso e acompanhadas de vinho da região.

Rapidamente a carne em pão se tornou um sucesso na Praia das Maçãs e arredores. Diz-se que terá sido nesse local que José Malhoa pintou o seu famoso quadro “Praia das Maçãs”. Quem sabe se saboreando tal iguaria enquanto pintava!

Com o passar dos anos, o nome da sandes passou a ser vulgarmente conhecida como Prego, em honra do seu criador, sendo que no início do século XX já havia sido copiada a receita para outros locais, começando o Prego a fazer parte das ementas das tabernas de todo país e não só de Sintra".

By Rui Ramalho

Partilhado por: «O SALOIO» – Mafra | 15/07/2023.

sábado, 15 de julho de 2023

Sal de Ervas da Lebre




Ingredientes
:

2 kg de sal grosso;
Alecrim;
Louro;
Manjericão;
Cascas de limão;
Talos de coentro / salsa;
Pimenta.

Confeção:

Coloque num tabuleiro de inox todos os ingredientes e deixe que o sal cumpra a sua missão, isto é, que absorva toda a mistura.

Mexa pelo menos uma vez por dia o sal, durante uma semana. Filtre com um crivo para reter algumas ervas. 

Este tipo de tempero pode ser mais abrangente, mas eu uso o Sal de Ervas da Lebre para os grelhados de peixe e carne.

Vantagens:

A hipertensão e a retenção de líquidos agradecem o sal de ervas, além de dar um sabor especial aos pratos, é um aliado da saúde de momento em que não se exagere na quantidade.

sexta-feira, 7 de julho de 2023

Chá de Erva-príncipe e limão


 Ingredientes:

Erva-príncipe 

Canela q.b.

Limão

Açúcar a gosto

1,5 I de água 


Confeção:

Os Chás da Toca destacam outras das bebidas consumidas na Toca da Lebre: o chá de Erva-príncipe e 🍋. 

Coloque a erva-príncipe, a casca de um limão e a água num a ferver num bole. Pode adicionar um pouco de canela para “alegrar” o sabor.

Vantagens:

São diversas as vantagens desta mistura natural, produzida na Estrada dos Almocreves, em Foros de Salvaterra. 

Enquanto o limão é fonte de Vitamina C, a Erva-príncipe é calmante, antidepressiva, e analgésica. 

quinta-feira, 6 de julho de 2023

1925: Fábrica de Cervejas Portugália

 


Fundada pelo empresário Barral Filipe e resultante da fusão entre a Fábrica de Cerveja Leão e a Companhia Portuguesa de Cerveja, a Fábrica de Cerveja Germânia - que funcionou, originariamente, na Rua de Arroios -, conheceu o seu primeiro impulso às mãos de uma empresa da qual eram sócios Manuel Henrique de Carvalho, Marques de Freitas, Luiz Serrano, Gonzaga Ribeiro, João Paes de Vasconcelos e o mestre cervejeiro Richard Eisen, este último seu diretor técnico desde o tempo da fábrica em Arroios 1 2.

Esta sociedade viria a adquirir o que é hoje, maioritariamente, um imenso baldio na Avenida Almirante Reis – outrora Avenida Rainha Dona Amélia -, confinando, também com as ruas António Pedro e Pascoal de Melo, em pleno centro de Lisboa, mas onde, em tempos, se ergueu, grandioso e rico, um conjunto de edifícios traçado por António Rodrigues da Silva Júnior e construído, entre 1912 e 1913, por Fernand Touzet, que fora o engenheiro das obras da moagem de Alcântara 1.

As já escassas ruínas evocam parte do que foi, em tempos idos, um importante complexo industrial implantado em mais de 15.000m², dotado de fábrica e caldeiras, silos de armazenagem – com capacidade para uma “quantidade avultada de cerveja, no valor de uma porção de milhares de escudos” -, adegas, áreas de fermentação, de filtragem, de engarrafamento, de esterilização, sem esquecer os escritórios, o posto de venda, a cavalariça com lugar para 80 cavalos, as oficinas de carpintaria, de serralharia, de pintura de carros, e o “abrigo de carroças e retretes do pessoal”, além do serviço de fiscalização do governo, “instalado num edifício próprio, com escritório, dormitório e outras dependências”1.

Na fachada principal – ainda existente -, sobre o logótipo em azulejo, uma escultura de Simões de Almeida 1.

Para evitar a associação da marca ao conflito que deflagrou em 1914, viria a Fábrica de Cerveja Germânia a dar lugar, em 1916, à Portugália, Lda, a qual viria a ser, a partir de 1921, a Companhia Produtora de Malte e Cerveja Portugália, S.A. 2.

Por o seu diretor técnico ser de nacionalidade alemã, a empresa viu os seus bens arrolados em 1916, mas obteve autorização para continuar a laborar, apesar de parte dos bens daquele terem chegado a ser vendidos em hasta pública 3.

Décadas depois, a fábrica viria a encerrar, tendo os seus edifícios sido demolidos ou deixados ruir.

No piso térreo de um edifício de escritórios integrado no quarteirão, funciona, teoricamente, o assim chamado Centro Comercial Portugália.

No entanto, apenas três lojas ainda lá funcionam, num espaço silencioso, soturno, onde algumas montras mostram o habitual “ARRENDA – VENDE – BOM PREÇO”, e um número de telefone.

Parece existir um litígio pendente entre os proprietários de algumas lojas e os proprietários do terreno, mas não se consegue apurar, ao certo, quais as partes envolvidas, embora, em conversa, tenham falado de uma instituição financeira pública portuguesa, de uma importante empresária de um país africano e de uma conhecida cadeia de restauração.

By Lisboa Antiga

Foto AML: 1925

Texto do Jornal O Público

terça-feira, 4 de julho de 2023

Chá de limão, canela e menta

Ingredientes:

Cascas de três limões;

1 litro de água;

Canela a gosto;

Açúcar qb.

Preparação:

O chá de limão, canela e menta é um excelente aliado para a saúde. Fonte de vitamina C, anti-inflamatório, digestivo...

O processo de confeção é semelhante a muitos outros. Deve começar por retirar a casca aos limões e as folhas da menta. Adicione o açúcar e a água. Coloque tudo no bole e deixe ferver. 

No verão, bebo com bastante gelo. Este é made in Almocreves. Limão e menta foreiros, in Foros de Salvaterra. 

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Terra. Uma História do Esporão


Envelhecido em barricas de madeira, chega agora à mesa de cabeceira este livro onde se conta uma história ficcionada, colhida das melhores castas portuguesas, para celebrar os primeiros cinquenta anos da Herdade do Esporão. Uma obra encorpada, feita de fracassos e façanhas. Deve ser lida sem moderação, D.O.P. Uma criação do infame enólogo João Pedro Vala.

Pausa para apreciar a cor e o sabor do vinho

Terra. Uma História do Esporão é uma edição comemorativa dos cinquenta anos da Herdade do Esporão. 

São cinquenta narrativas sobre as pequenas e grandes histórias que marcaram a História da empresa de vinicultura. Juntamente com uma rica iconografia, que contém todo o tipo de documentação, podem ou não corresponder à realidade, mas inspiram-se nela.

«A verdade entedia-me tremendamente», escreve João Pedro Vala. «Todas estas histórias são ficcionais. […] Alguns nomes mantiveram-se, outros não, algumas pessoas vivem neste livro coisas que aconteceram a outras e há até uma história aí para o meio que não tem ponta de verdade (ou talvez também isto seja um artifício do escritor para se proteger de eventuais acusações).»

Pausa para saborear lentamente o vinho.

Terra. Uma História do Esporão está disponível a partir de amanhã.

terça-feira, 27 de junho de 2023

EL OBRERO: Pesca e história da sardinha em Portugal e Espanha


PUBLICADO HOJE NO JORNAL ESPANOL EL OBRERO:
  • Escrito por Pedro Nogueira Simões y Mário Gonçalves
  • Publicado en EL OBRERO 
(Tiempo de lectura: 2 - 3 minutos)

En esta época del año, cuando las sardinas están gordas y muy buenas para el consumo, vuelven las noticias sobre las cuotas de pesca y el control por la conservación de la especie.

Esta semana, en Portugal, el Ministerio del Mar vino a garantizar que este asunto no es una decisión de la Comisión Europea, sino “un tema entre Portugal y España”, dijo la ministra del Mar Ana Paula Vitorino, al referirse a la sobrepesca de sardinas.

Esta ministra aseguró que este asunto debe ser tratado entre Portugal y España y que la paralización por un período de 15 años, propuesta por la evaluación de organismos científicos, se basa en estudios antiguos.

Portugal y España son dos de los países del mundo con mayor trayectoria en la pesca de la sardina.

Durante muchos siglos, las sardinas han sido parte de la vida cotidiana portuguesa y están presentes “à nossa mesa”. Además de ser una fuente importante de proteínas y nutrientes, se puede cocinar de diferentes formas e incluso formar parte de la industria conservera.

En la Edad Media, se cocinaba en cazuelas con cebollas, tomates y especias. En el siglo XVIII se popularizó la técnica de la salazón para conservar las sardinas, lo que permitió su exportación a otros países.

Desde el siglo XIX, las sardinas se suelen asar a la parrilla, tradicionalmente durante los meses de verano.

Hay quien le gusta hacer quiches, sopa de sardinas, potaje, “escabeche”...

En Portugal, lo único que falta son sardinas que caen del cielo. Todo sucede alrededor de esta especie: todo sucede alrededor del tostador; no nos importan los tenedores, se quitan a mano, muchas veces, todavía en las brasas de carbón. Ve a chuparte los dedos. Otras veces es en medio de la calle, en fiestas, en otros lugares. E incluso en santos populares. ¿Especias? ¡Solo sal gruesa! El olor no disimula. Llega a todas partes e incluso en la ropa. El olor, este, no tiene paralelo y tampoco está disimulado.

Acompañamos las sardinas con patatas cocidas, pimientos asados ​​y… tomates y… La forma de comerlas es sencilla y solo nosotros lo hacemos. Incluso los comemos encima de una rebanada de pan. Un buen aceite de oliva es fundamental.

¿Por qué en Portugal también les gusta comer sardinas en pan?

Se cree que todo empezó en un restaurante de Ribeira de Lisboa, que servía sardinas encima de una rebanada de pan.

Recién a partir de la Edad Media se empezó a utilizar una pequeña tabla de madera –“o talhador” – donde se ponían los alimentos, hasta que sobre los trozos de pan se comía el pescado y la carne.

Más tarde, cuando el uso de platos se hizo común, la gente continuó comiendo sobre rebanadas o trozos de pan.

Artigo EL OBRERO

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Portugal e Espanha são dois dos países do mundo com a maior história na pesca da sardinha


Há muitos séculos que a sardinha faz parte do cotidiano português e está presente “à nossa mesa”. Além de ser uma importante fonte de proteínas e nutrientes, ela pode ser cozinhada de diversas formas e até fazer parte da indústria conserveira.

Na Idade Média, era cozinhada em caçarolas com cebola, tomate e especiarias. Já no século XVIII, a técnica da salga tornou-se popular para conservar a sardinha, o que permitiu a sua exportação para outros países.

A partir do século XIX, as sardinhas são normalmente grelhadas, tradicionalmente durante os meses de verão.

Há quem goste de confecionar quiches, sopas de sardinha, cozidas, assadas no forno, de escabeche… É quase como o bacalhau! 

Em Portugal, só falta mesmo caírem sardinhas do céu. Muitas coisas acontecem em redor desta espécie: tudo se passa à volta do assador; não queremos saber dos garfos, elas são retiradas à mão, muitas vezes, ainda em brasa. Vai de chupar os dedos. Outras vezes, é no meio da rua, nas festas, noutros lugares. E até nos santos populares.

Temperos? Só mesmo sal grosso! O cheiro não disfarça. chega a todo o lado e até à roupa. O cheiro, esse, é inigualável e também indisfarçável.

Acompanhamos as sardinhas com batatas cozinhas, pimentos assados, tomate, pepino e… A forma de as comermos é simples e só nós o fazemos. Até as comemos em cima de uma fatia de pão. O bom azeite é fundamental.



Por que motivo, em Portugal, também se gosta de comer a sardinha no pão?

Julga-se que tudo terá começado num restaurante, em Lisboa, que servia sardinhas em cima de uma fatia de pão

Só a partir da Idade Média é que se começou a usar uma pequena placa de madeira – “o talhador” – onde se punha a comida, até essa época era em cima de pedaços de pão que se comia o peixe e a carne.

Mais tarde, quando o uso dos pratos se tornou habitual, o povo continuou a comer as suas refeições em cima de fatias ou bocados de pão.

By Pedro Nogueira Simões e Mário Gonçalves 

In Revista Livros & Leituras, El Obrero (em espanhol) e Chef Mário - My kitchen Blog

quarta-feira, 21 de junho de 2023

PNS & MG70 - Comunication and Education está a chegar ao Ribatejo

 


A empresa PNS & MG70 - Comunication and Education está a chegar!... Irá marchar, navegar e até voar de Portugal para o mundo. 

Já falta pouco para o triângulo de três cores se unir!... Só falta mesmo a ligeira distância e a subtileza subtil de dois dedos!..

Pedro Nogueira Simões e Mário Gonçalves 

domingo, 14 de maio de 2023

Cozina tradicional: Chef Mário regressa brevemente



Depois de uma pausa infelizmente obrigatória, o CHEF MARIO vai regressar muito em breve.

Obrigado aos leitores de diversos países do mundo que continuram a apreciar as iguarias do CHEF MÁRIO, apesar de uma longa ausência. 

Vamos a caminho de meio milhão de visualizações. 

Estamos à distância de um dedo em:

Chef Mario

O nosso contacto continua a ser o mesmo:

 Email

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Chá de casca de banana com canela


Ingredientes:

2 cascas de banana

1,5 livro de água

Canela 

açúcar 

Preparação:

O chá de casca de banana com mel é muito bom e, segundo consta, um excelente aliado para a saúde.

O processo de confeção é semelhante a muitos outros. Deve começar por retirar a casca às bananas, retirar as extremidades, cortar em pequenos pedaços e colocar no bole. Adicione a água, a canela e o açúcar a gosto. Deixe ferver durante 10 minutos. Coe e deguste esta iguaria natural, sem corantes nem conservantes.